quinta-feira, 6 de junho de 2013
O Brasil é um país historicamente democrático, e seus cidadãos são, essencialmente, seres democratas, com direitos e deveres perante a sociedade em que vivem. No entanto, no meio educacional não é essa a realidade que encontramos em todas as escolas públicas; o que vivenciamos ainda é uma escola em que gestores são meros representantes políticos do grupo do poder regente, e que não exercem a função democrática perante seus subordinados.
São gestores cujas decisões são verticais, sem discussões ou com debates simulados, que buscam apenas enfeitar a democracia, quando, na verdade, é a decisão do gestor que vai permanecer.
Em contrapartida a essa situação está a eleição de diretores escolares, uma ferramenta indiscutivelmente democrática que está em execução na maioria das escolas brasileiras, mas que ainda não funciona de forma ideal. Necessita de ajustes que somente o esforço de todos os segmentos da escola pode fazer.
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